25 Outubro 2006

Navegando um pouquinho...

Não dá pra querer. Sempre que eu paro pra dar uma navegadinha básica, acho coisas estranhas na internet. Confere aí, por tema:

naturalidade: Ziggy Marley diz que maconha é só uma planta
inveja: Massa contesta declarações de Barrichello
gula: Chocólatras, do blog da Mila
cobiça: acho quase todos os livros que sempre quis na web
emoção/loucura: o conceito depende de cada um

Tem mais, o problema é que eu não lembro onde. Quando lembrar, venho aqui e coloco...

Bjs a todos os amigos queridos,
e pr'aqueles que não gostam de mim, "vida eterna pra ter que engolir meu sucesso e minha felicidade"...

23 Outubro 2006

No more friends? So, go out!

A vida me fez mais feliz com o passar dos anos.
E essa nova fase, mais feliz, começou quando eu encontrei o real conceito de amizade e consegui EXCLUIR de perto de mim aquelas pessoas que se diziam minhas amigas mas que só me puxavam pra baixo, só me deixavam mal.
Hoje pareço mais "cheia, exibida...", que seja! Mas não é isso! É só um processo natural de seleção: se tu se encaixa no grupo dos que vão me fazer mal, eu te deixo de lado. Só isso! Simples como 2 + 2!
Entretanto, se tu estás no outro grupo, dos que eu quero perto de mim, pode ter certeza que aqui tens uma amiga de verdade, que faz tudo o que pode pra te ver bem e, acima de tudo, feliz! Tudo o que pode, eu disse bem, e não tudo o que tu acha que é necessário. É claro que aí pode haver um conflito entre o que tu quer e o que eu posso oferecer, mas nada que uma boa conversa não resolva.
Por isso, eu quero pedir: se um dia tu fez parte da minha vida e hoje não faz mais, me deixa em paz! Esquece que eu existo, esquece meu nome, meu endereço, até meu telefone! Porque é isso que eu quero, te esquecer! Só falta tu deixar...
E aos meus amigos, todos os beijos do mundo, de coração...
E pro meu Gatinho, que agora é mais do que nunca meu companheiro de verdade, um beijo especial, daqueles. Cuida de tudo por aí...

Carro rosa, Hello, etc!



Um dia eu vou ser gente grande e vou ter um carro desses...

haahahahahahahah

Em homenagem à Gê!!!!


17 Outubro 2006

Se achando... (não seria achando-se?)

No espírito do Donna Fashion Iguatemi, tá saindo na ZH o que as famosas têm dentro das bolsas. Tudo pq a Natura tem um espaço por lá esmiuçando cinco bolsas de famosas.
Como hoje eu tô me sentindo, vou contar o que SEMPRE tem na minha bolsa (que os que conhecem sabe que é gigante...):

- carteira (nem sempre com $$);
- cigarro e isqueiro;
- agenda, bloco e caneta(s);
- celular;
- papéis de todos os tamanhos, espalhados, assim como as moedas;
- necessaire com batons, pilhas, escova de dentes, essas coisas.

E aí, meninas, contem aí o que vocês têm na bolsa... Só pra gente dar risada!


21 Setembro 2006

Eu quero, eu quero!!!!

Como estou quase de aniver, resolvi deixar aqui uma listinha de livros, que é claro que vai ser atualizada diariamente... Se alguém se habilitar, deixo várias sugestões! Tudo bem que esta lista vai servir de referência pra quando eu for na Feira do Livro de Porto Alegre, porque esse ano pode chover pedras que EU VOU!!!!

O Caçador de Pipas - KHALED HOUSSEINI
Amor é Prosa, Sexo é Poesia: Crônicas Afetivas - ARNALDO JABOR

Pornopolítica - ARNALDO JABOR
A Sangue Frio - TRUMAN CAPOTE & SERGIO FLAKSMAN
Do Golpe ao Planalto: uma Vida de Repórter - RICARDO KOTSCHO
Assessoria de Imprensa: Como se Relacionar com a Mídia - MARISTELA MAFEI
Jornalismo na Internet: Planejamento e Produção da Informação On-line - J.B. PINHO

Showrnalismo: a Notícia Como Espetáculo - JOSE ARBEX JR.
Sobre Ética e Imprensa - EUGENIO BUCCI
Eles Mudaram a Imprensa - ALZIRA ALVES DE ABREU & FERNANDO LATTMAN-WELTMAN & ROCHA DORA
Radical Chique e o Novo Jornalismo - TOM WOLFE
Rota 66: a História da Polícia que Mata - CACO BARCELLOS
Rádio: 24 Horas de Jornalismo - MARCELO PARADA
Elas Ocuparam as Redações - ALZIRA ALVES DE ABREU & DORA ROCHA
Sociologia do Jornalismo - ERIK NEVEU


(estes primeiros estão no Submarino)

Livros, apostilas, casa, trabalho, família, amor: isso sim é viver!

Hoje é dia de uma junção (um amontoamento) de idéias e de pensamentos. Por isso, peço paciência a todos! Aí vaí, pensamento em partes...
...
Felicidade
Tem dias em que a gente vem aqui, quer compartilhar a felicidade com todo o mundo (o que pela internet e seus blogs acontece literalmente) mas não sabe como começar. Sei lá, eu ando feliz demais nos últimos dias... Sabe quando as coisas começam a entrar nos trilhos, que todas as pedras começam a se assesntar dentro do vaso e a serem completadas pela areia (bah, que metáfora forçada!)? É mais ou menos assim que está a minha vida.
Fora o meu carro, que esta hora deve estar saindo do posto Moranguinho (em Bom Princípio) e voltando pra casa de guincho. É, deu pau de novo, e ele está há dois dias ali de folga...
...
Estudo
Por causa do pós não tenho tempo nem pra pensar direito, todos os minutos da minha vida e da minha agenda estão preenchidos! São livros e mais livros, textos e mais textos, e ainda por cima milhares de caracteres pra escrever nos artigos e trabalhos de aula... Dai tenho que trabalhar, namorar, trovar com a minha mãe - e com a tia, aqui na Feliz -, visitar a vó, confraternizar com os colegas de aula e de trabalho... Ufa, cansei de novo só de lembrar!!!
...
Anos em festa = reflexão
E pra quem não lembra, faltam NOVE DIAS pros meus VINTE E OITO ANOS. E eu tô ficando:
- mais velha;
- mais experiente;
- mais preguiçosa;
- com mais cabelos brancos (q a tinta tenta esconder);
- mais dengosa e querida;
- mais estudiosa;
- mais trabalhadora;
- menos gastadeira;
- mais preocupada com o futuro;
- mais realizadora e menos sonhadora;
- mais full time;
- mais real time (it's now or never?);
- menos romântica e mais realista.
Quem sabe mais? Manda em comentário...

11 Setembro 2006

Um cigarro é um cigarro é um cigarro

[[[Esse eu tirei do Terra Magazine, 100% a minha cara!]]]
"É claro que não vou entrar com um cigarro aceso num elevador ou numa farmácia. Nem acender um cigarro dentro do seu carro, numa carona até à praia. Mas, por favor, não me convide para jantar ou para tomar um vinho em sua casa, se lá não tiver uma varanda, um quiosque, um jardim, um lugar qualquer, onde eu possa fumar em paz.
O aviso é indispensável, hoje. O cerco sobre os fumantes se fechou quase ao extremo. Em algumas casas, não há sequer um cinzeiro (a única palavra, aliás, que o meu amigo Laonte Klawa, fumante e esteta sensível, sabe em várias línguas, de modo a sempre ter um à mão, quando viaja). E, quando você acende um cigarro, não falta quem olhe atravessado ou de cima, ou mesmo faça algum comentário daqueles bem agradáveis e gentis, do tipo "você está se matando aos poucos".
Não me irrita, confesso. Mas, às vezes, tenho vontade de perguntar: e daí? Mesmo porque, alguns dos que me disseram isso já se foram solenemente para o outro mundo. Ou, como no verso de Maiakovski, partiram por dentro das estrelas. Bon voyage, é claro, mas, por enquanto, continuo por aqui.
"Por favor, não atrapalhe minha viagem autodestrutiva",
costumava dizer, com aparente delicadeza, meu bom amigo Paulo Leminski, cortando de vez quem vinha com a conversa de que ele estava bebendo demais. E às vezes dá vontade de repeti-lo, diante do assédio mal-educado, ainda que bem intencionado, de não-fumantes e/ou antitabagistas.
O mais engraçado, por sinal, é que eles acham que todo mundo quer deixar de fumar. A cena é comum. Acendo um cigarro e, de imediato, alguém abre a boca para me falar de algum remédio ou método infalível, que vai me fazer abandonar o cigarro de uma vez por todas. Logo, a pessoa fica algo perplexa, desconcertada, quando declaro, tranqüilamente, que gosto de fumar e que não tenho a mínima intenção de me afastar do hábito ou vício.
Deixar de fumar é algo que, definitivamente, não está em meus planos. E um dos meus grandes prazeres, sem dúvida, é tragar longamente o cigarro, sozinho, no meio da noite, na varanda de minha casa, olhando o céu cheio de estrelas.
Na verdade, acendo um cigarro a propósito de tudo ou quase tudo. Para escrever, para fazer ou atender uma ligação telefônica, para dirigir o carro, para abrir a porta de casa a uma visita, antes de entrar no chuveiro ou no avião, depois de arrumar as compras do mercado, a fim de olhar as plantas ou brincar com os cachorros no quintal, antes de mergulhar na piscina, quando saio para andar um pouco, etc., etc.
Curiosamente, aliás, nunca tive o hábito do um-uísque-antes-e-um-cigarro-depois, em matéria de sexo. Nem fumo no meu quarto. Afora isso, sou uma chaminé.
Vício? Claro. Prejudicial? Sim - e não tenho a menor intenção de levar ninguém a começar a fumar, muito pelo contrário. Mas e você, quando é mesmo que, antes de deitar falação sobre os males do cigarro, vai parar de encher seus pulmões com os venenos com que os automóveis emporcalham o ar das nossas cidades? Quando é que vai fazer um "sit-in" na porta de alguma fábrica, em protesto contra a indústria automobilística?
Bem, é mais fácil e mais cômodo encher o saco de fumantes do que tentar impedir ônibus e caminhões de saírem da garagem. Daí que todos prefiram se esquecer de que estão sendo diariamente envenenados por esses veículos.
Além disso, o antitabagismo atual vem com o aval da moda e da mídia. Com o charme da vida supostamente saudável. E que antitabagista vai abrir mão de sair por aí poluindo a cidade com o cano de descarga prateado de seu próprio carro? Não, basta cutucar e incomodar um pouco o vizinho que abriu o maço, colocou um cigarro na boca e já vai retirando o isqueiro do bolso. Feito isso, missão cumprida.
Anos atrás, numa reunião em São Paulo, o publicitário (e amigo) Marcelo Kertézs, ao me ver fumando, perguntou: "Você não acha esse negócio de fumar uma coisa muito antiga?" Acho - respondi. E, depois de uma breve pausa, completei: mas foder é mais antigo ainda...
E, já que falamos de antiguidade, vale uma nota histórica. As recentes campanhas antitabagistas, em nosso país, começaram em São Paulo, com Paulo Maluf, que as importou dos EUA. De lá para cá, a coisa só fez crescer.
Mas a primeira campanha antitabagista, no Brasil, data dos primeiros tempos da colonização lusitana. Mais precisamente, data do início da colonização oficial, estatal, dos trópicos atualmente brasileiros. E foi movida pelos padres da Companhia de Jesus, pelos jesuítas comandados por Manoel da Nóbrega.
O tabaco, como se sabe, é planta americana, que os europeus desconheciam. Nossos tupinambás e tupiniquins adoravam fumar. Tratavam o tabaco de "erva santa". Os portugueses que vieram para cá, aderiram. Passaram a fumar - para desanuviar o espírito, para matar o tempo, para curar doenças. Os jesuítas não gostaram. Fizeram uma tremenda campanha contra o costume indígena. Historicamente, portanto, eu, fumante, descendo dos índios. E você, antitabagista, é filho de padre."

Antonio Risério é poeta e antropólogo (ariserio@terra.com.br)

05 Setembro 2006

Hoje é dia cinco, e eu gosto...

Tá aí a letra de "ABCDE", da dupla Guilherme e Santiago. Sim, é o tipo de som que toca aqui na rádio, e eu escuto e gosto...
E coloco ela hoje, em homenagem ao dia especial...

Eu tenho um dom incrível, difícil de explicar

O que envolver seu nome, sei tudo e um pouco mais
Te estuda já faz tempo, que sou formado em você
Me pergunte qualquer coisa, eu vou responder

Sem te olhar eu te desenho com toda perfeição
Posso até seguir teu cheiro, te achar na multidão
Seu rosto, o cabelo, seu gosto, o corpo inteiro
Tudo é impossível dizer

Você eu tiro de letra
E com só 5 letras posso resumir
Passo a passo o que você é pra mim

A de adoro você
B de beijar sua boca
C pode ser de chorar
Mas é de alegria, de tanto te amar
D de dormir do seu lado
E de esquecer o passado
De agora em diante o que eu vou te dizer
É o mais importânte pro mundo saber
Amo você

Eu já...

Já joguei pedras em telhados e sai correndo,
já cacei passarinhos com fundas na praia,
já pesquei com redes vermelhas de batatas na beira da praia,
já tentei fazer uma fogueira e botei fogo no mato todo,
já fui o policial, o ladrão, o batman,o changeman preto, o romário, o Bebeto,
já torci pelos meninos no xou da Xuxa,
já menti pra não apanhar,
já fingi que tava tomando banho,
já cai na rua,
já bati o carro,
já perdi amigos e parentes,
já quis ter todos os cachorros perdidos,
já tomei foras,
já dispensei garotas,
já encontrei o amor da minha vida,
já dirigi bêbado,
já disse que nunca mais falaria com alguém,
já menti que tava doente pra não ir na aula,
já me arrependi,
já chorei vendo meu primeiro amor,
já acreditei nos mais velhos,
já me roubaram lanche na escola,
já colei em provas,
já fui embora de casa para nunca mais voltar,
já dormi em rodoviária,
já conversei com mta gente que não sei o nome,
já conversei sem prestar atenção,
já fingi q tava entendendo,
já entendi sem perguntar,
já fiquei quieto sem entender,
já tirei zero em provas,
já ganhei nota sem fazer nada,
já corri pelado,
já tomei banho de chuva,
já cai... da bicicleta, do roller, do skate, da moto, do muro da árvore, da borda da piscina, no futebol, no pega-pega, no recreio, sozinho, acompanhado, na rede, da cama,
já dei de cara no poste olhando pro lado,
já cortei o dedo cortando goiabada,
já misturei,
já fui simpático, arrogante, cheio, humilde, feio, gordo, magro, sincero, companheiro, ombro amigo,
já dei conselhos bons, ruins, sem ter certeza,
já fiz as pessoas rirem de mim,
já riram de mim sem eu querer,
já passei vergonha,
já perdi a vergonha,
já errei de sala de cinema, de ônibus, de mãe no supermercado, de voz no telefone,
já não deixei alguém dormir,
já dormi na calçada, no ônibus, no sofá, no ombro de alguém que não conheço,
já liguei pra numero errado,
já liguei a cobrar,
já fiz gol contra,
já menti que fiz gol,
já cantei pneu,
já esqueci de tomar remédio,
já bebi tomando remédio,
já tentei fazer caipirinha,
já fiz planos pra quando eu ganhasse na Mega Sena,
já quis trocar de carro,
já menti que não tinha um trocado,
já disse que era a última bala pra comer todas sozinho,
já sofri,
já chorei e
já fui a pessoa mais feliz do mundo e ainda tenho muito pra viver e aprender....

[Só pra contar, roubei esse texto de um perfil que a Carol Favero, de Guaporé, me indicou. Ela que descobriu...]

24 Agosto 2006

Internet! Ah, a internet...

A internet tem me proporcionado muitas risadas, principalmente por causa dos vídeos que estão disponíveis em diversos sites. Ontem foi uma tarde especial, porque eu vi o cachorro fazendo xixi na Ana Maria Braga (aqui), o tal de carioca Peter demitindo o Roberto Justus no Aprendiz 3 (aqui) e alguns outros.
Mas, ao mesmo tempo, a internet nos mostra coisas mais sérias, passíveis de grandes reflexões... É o caso do blog Síndrome de Estocolmo, onde Denise Arcoverde mostra um mundo interessante: triste, feio, deprimente, mas ao mesmo tempo cheio de soluções bonitas, divertidas, animadoras. Parabéns a ela pelos posts sempre interessantes. Vou colocar o Síndrome na minha lista de favoritos aqui no blog pra todos terem acesso. [e quem tem curiosidade na relação Ana&Mia, espia lá no Síndrome...]
E ainda a internet proporciona muitas conversas (leia-se MSN online o dia todo), muitos reencontros (valeu, Orkut!) e muita informação (eu que o diga, atualizando o site da rádio o dia todo!).